"Quando tudo nos parece dar errado, acontecem coisas boas que não teriam acontecido se tudo tivesse dado certo."


Hi, everybody, welcome to my blog: dawn (madrugad@) !
kisses =)

Welcome!

Me

Me

quarta-feira, julho 18, 2012

O Marketing em minha vida

            "Uma coletânea de pensamentos deve ser uma farmácia onde se encontrem remédios para todos os males". (Voltaire)

            "E, por não saber que era impossível, tentou e conseguiu." *

            Observando a minha provável perda familiar, em meio aos inúmeros momentos de solidão, entre devaneios, o relembrar da infância, o crescimento, as descobertas, decidi por fazer uma analogia entre as disciplinas do curso de Marketing e meus dias que seguem com dedicação à busca contínua por dias melhores. Nada longo, tampouco sucinto... Refletindo, poderia até concluir: Respiro Marketing.

            Desde pequena, sem ao menos saber a importância da comunicação no convívio social, iniciei meus primeiros contatos com a arte de me relacionar com os familiares, e até mesmo com todas as pessoas que ao longo de minha vida passaram, quer seja por mero acaso, quer seja pela necessidade maior de se agregar a esta vida o mínimo/máximo necessário de mensagens infinitas a serem refletidas – mesmo que apresentadas em sala de aula(!) e de ensinamentos.

            Na infância, ao me tornar uma potencial influenciadora do consumismo paterno, comecei a provar o doce sabor da conquista (em contrapartida conheci a fidelidade às marcas) enquanto beneficiada pelas coleções de figurinhas e papéis de cartas... O pós-venda, mesmo que ainda muito tímido, correspondia às poucas necessidades da, então, consumidora jr. O relacionamento com os colegas, os desentendimentos e até mesmo as competições infantis, começaram a me deixar um tanto flexível para melhor poder dialogar, além de planejar e evitar encontros de coleguinhas com gênios incompatíveis. Entretanto, ao me recordar do convívio familiar na infância, vêm à minha mente cenas da procura por destaque para melhor garantir a atenção da mamãe. Hilário!

            Chega a adolescência, a descoberta de um mundo diferente, a sensação de liberdade, sentimentos que deram início à busca de oportunidades, novos eventos, procura de novas amizades, bons relacionamentos (networking), incessante necessidade de confirmação, de marcar presença, de conseguir meu espaço – o também conhecido lugar ao sol, de descobrir minha core competence, o poder do consumo, de melhorar o marketing pessoal, firmar novas metas responsáveis sem tanta responsabilidade. Comecei a ter um comportamento de consumidora moderada, atenta aos atributos
 dos produtos, aos preços e promoções.

            Viver em sociedade, acompanhar as tendências da moda, o desenvolvimento tecnológico, utilizar produtos e serviços, prestar atenção – e até parar para assistir aos comerciais mais atrativos (...) Ao longo do meu crescimento, foi bom apreciar os novos lançamentos, ser ouvinte das conversas dos adultos sobre os modelos de carros em evidência, das performances dos jogadores de futebol e demais atletas. Na cozinha, ouvia as longas conversas sobre as novas receitas, inclusive sobre aquelas sendo experimentadas, cujos suspiros, elogios e sugestões dos cozinheiros de plantão eram espontâneos!, além dos espectadores atentos aos programas de culinária, a fim de agradar os clientes internos...

            ... E, ao crescer, me deparo com a correria diária, a atualização do CRM, sempre procurando manter o EDI, assim como o ECR no convívio – tanto na adolescência como na vida adulta – é um bem necessário, aumenta com as redes sociais e torna-se um ciclo virtuoso... Vida adulta, o despertar para a motivação em prol de uma vida com qualidade... Teorias, textos e explicações. Algo que parecia confuso como se não tivesse vivido para vislumbrar como um mero exemplo, a fim de facilitar o entendimento – como se eu fosse uma empresa. A veracidade de tudo se resume na importância do ser humano. Como resultado, encontrei pessoas fantásticas das quais sou muito grata por tanta atenção e compreensão ao longo do meu penúltimo semestre em Marketing.

            A seguir, deixo-lhes uma frase para um breve momento de reflexão:

            "O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis". (Fernando Pessoa)




* (Variação citada pelo prof. Ricardo Abtibol, em sala, à frase: "Por não saber que era impossível, ele foi lá e fez.", de Jean Cocteau, também conhecida como "They did not know it was impossible, so they did it.", de Mark Twain)


A l b @

quinta-feira, junho 28, 2012

O CoLoRiDo da ViDa... =)


Para que tanto atropelo, tamanha loucura em busca 

de destaque, de melhores 

posições, incessante competição remunerada...



A c a l m e m - s e !



As pessoas parecem estar preocupadas somente 

consigo mesmas, com superficialidades, entretanto 

nem sequer sentem prazer, não 

enxergam mais as 

entrelinhas, não veem o colorido da vida...






@LB@ V@LéRi@

sexta-feira, junho 08, 2012

My comment...

Comment - post Racionalização dos sentimentos... é possível? - Blog Lucidez Insana


por Alba Valeria, segunda, 28 de Fevereiro de 2011 às 12:54 ·
 Acredito que essa racionalização dos sentimentos possa ajudar a conter os impulsos, evitar ilusões, identificar medos, desejos e interesses, mesmo porque há pessoas que conseguem canalizar melhor, seja por autodisciplina, diálogo ou pela própria vivência. Isso realmente poderia ajustar o tempo de maturação da relação.
Quanto aos relacionamentos surgirem de grandes amizades, talvez haja alguma experiência que não dê certo, devido ao carinho se confundir com a incógnita amor (realmente um mistério a ser desvendado, pronto a proporcionar uma boa reviravolta em nossas vidas...). Mas não deixo de concordar parcialmente com essa postura! (...) Não seria ótimo podermos usufruir os bons momentos com quem gostamos e termos a opção de ficarmos sozinhos quando julgamos necessário? Interpreto isto como respeito ao individualismo, como uma forma de valorizar o envolvimento (assim como é gostosa a proximidade, a cumplicidade, o carinho e o respeito, o cuidar de alguém, também é necessário um tempo para não perdermos a nossa própria identidade). Há diferentes formas de utilizarmos tal arte...
O tempo de cada um (o despertar de cada indivíduo ou o seu espaço), as vontades que nem sempre são unânimes... Tudo tem que ser levado em consideração. Chega de SÓ ceder! Ceder às tentações, ceder aos gostos e caprichos e reprimir o próprio prazer, abdicar ou talvez alterar planos por causa de alguém que possa não nos valorizar. O ceder deveria ser mais racional, bem avaliado, a fim de identificar uma real necessidade alheia. Isso, quem sabe, poderia até evitar o desgaste de muitos relacionamentos, tornando-os mais agradáveis, produtivos, enfim, como algo positivo a acrescentar em nossas vidas.


ALB@ VaLéRI@

sábado, maio 19, 2012

19 de Maio =)

Hoje, o dia - apesar dos grandes desafios - foi muito bom!


Dormi,
Acordei,

Alb@
Alb@
Agradeci,
Ensinei,
Ouvi,
Aprendi,
Ajudei,
Sorri,
Beijei,
Chorei, me emocionei,
Respeitei opiniões,
Pensei,
Gritei,
Silenciei-me,
Agradei,
Desagradei,
Fotografei,
Cantei,
Observei,
Curti momentos,
Sujei,
Limpei,
Refleti,
Fiz,
Digitei,
Corrigi,
Refiz,
Postei,
Li,
Opinei,
Conversei,
Expliquei,
Liguei,
Atendi,
Esperei,
Recepcionei,
Fortaleci,
Assisti,
Exercitei,
Realizei,
Repeti ações,


E,


Diante destas e demais atitudes,


Estou aqui.


Alb@





Ainda_S e m T í t u l o ;)

Que a sua energia

 

seja renovada a cada dia,

 

E que você continue

 

a motivar os

 

Incansáveis interessados

 

em Viver!!!

 

 

Alb@