"Quando tudo nos parece dar errado, acontecem coisas boas que não teriam acontecido se tudo tivesse dado certo."


Hi, everybody, welcome to my blog: dawn (madrugad@) !
kisses =)

Welcome!

Me

Me

segunda-feira, novembro 17, 2014

Lindinha



Lindinha by Alb@



A cachorrinha mais simpática do bairro!



Lindinha by Alb@



Sempre disposta a doar um pouco de carinho e atenção a qualquer hora do dia.



Lindinha by Alb@



Por isso, eu a chamo de Linda - Lindinha !!



Lindinha by Alb@


Alb@

segunda-feira, outubro 27, 2014

Hope



Certo dia (2013)
eu passei por este tronco, olhei,
dei uns passos,
voltei, olhei de novo, sorri "por dentro" e registrei...


Alb@



...Ainda há esperança.




Alb@

Alb@

domingo, setembro 28, 2014

Entre um gole e as palavras

Fotos_Alba
By Alb@


Um copo, laranja, um copo, abacaxi, um copo, um refrescante suco e as palavras...


Muitas vezes, o silêncio, combinado com as palavras que não quero ler podem até me transformar em vítima do sofrimento; talvez a quebra do silêncio pudesse até tornar mais branda uma transformação.

Silêncio ou as mesmas palavras soltas no ar... Sei lá, cada um é bom (depende!) se a ocasião for propícia, senão gera uma tamanha frustração... Sei lá, sei lá...



Acabou o meu suco. E a sede.


By Alb@



Alb@



terça-feira, julho 22, 2014

O descanso dos Beija-Flores




Beija-flores_by Alb@


Momento de descanso dos filhotes de Beija-flor, pequeninos pássaros em um ninho super macio! Boa...

...noite!



Alb@



quarta-feira, junho 04, 2014

Silêncio.

   Um alívio à falta de um sentimento mínimo de solidariedade, se é assim que posso ousar classificar, é pensar que a solidão deve machucar tanto, que a única coisa a fazer é alimentar a própria fantasia com a conquista dos outros ou somente acreditar em suas próprias verdades ou, até mesmo, na super valorização daquilo que talvez não tenha importância significativa, abrindo mão da opinião dos outros, passando por cima de sentimentos, de novas formas de agir, de ser paciente (em meio a tanto orgulho) para sequer ouvir o que o próximo tem a dizer. São só palavras, mas essas palavras poderiam ser ditas. Precisavam ser ditas. O momento existiu. O olhar: poderia ser demonstrativo de um pouco de companheirismo (essa tal "sensação" fruto de uma provável sintonia).

   Falar e ouvir. Talvez o mínimo(!) que um ser pudesse esperar de outro. Troca de palavras. Comunicação. Entendimento. Conforto. O conforto, quem sabe um dia, seja poder se fazer notar. Como são dolorosos os insultos nada construtivos, muito menos os apontamentos nada aproveitados pela falta de decência, de sentimentos, de opinião, de gostos nada compartilhados, da diferença (ou indiferença) que exala instintivamente.

   Enquanto isso, em um ato de puro desespero, em meio ao silêncio, tento esquecer o que não me faz bem, transformo tudo em palavras "jogadas ao vento", e sigo o meu silêncio. Palavras que nunca serão ditas, tampouco lidas, palavras que nunca terão a mínima ou devida importância, assuntos (quem sabe...), em retribuição à forma amarga, arrogante e pouco receptiva de chamar a atenção, em tão significante época de tanta comunicação, simplesmente.



Alb@