"Quando tudo nos parece dar errado, acontecem coisas boas que não teriam acontecido se tudo tivesse dado certo."


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Me

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domingo, setembro 28, 2014

Entre um gole e as palavras

Fotos_Alba
By Alb@


Um copo, laranja, um copo, abacaxi, um copo, um refrescante suco e as palavras...


Muitas vezes, o silêncio, combinado com as palavras que não quero ler podem até me transformar em vítima do sofrimento; talvez a quebra do silêncio pudesse até tornar mais branda uma transformação.

Silêncio ou as mesmas palavras soltas no ar... Sei lá, cada um é bom (depende!) se a ocasião for propícia, senão gera uma tamanha frustração... Sei lá, sei lá...



Acabou o meu suco. E a sede.


By Alb@



Alb@



terça-feira, julho 22, 2014

O descanso dos Beija-Flores




Beija-flores_by Alb@


Momento de descanso dos filhotes de Beija-flor, pequeninos pássaros em um ninho super macio! Boa...

...noite!



Alb@



quarta-feira, junho 04, 2014

Silêncio.

   Um alívio à falta de um sentimento mínimo de solidariedade, se é assim que posso ousar classificar, é pensar que a solidão deve machucar tanto, que a única coisa a fazer é alimentar a própria fantasia com a conquista dos outros ou somente acreditar em suas próprias verdades ou, até mesmo, na super valorização daquilo que talvez não tenha importância significativa, abrindo mão da opinião dos outros, passando por cima de sentimentos, de novas formas de agir, de ser paciente (em meio a tanto orgulho) para sequer ouvir o que o próximo tem a dizer. São só palavras, mas essas palavras poderiam ser ditas. Precisavam ser ditas. O momento existiu. O olhar: poderia ser demonstrativo de um pouco de companheirismo (essa tal "sensação" fruto de uma provável sintonia).

   Falar e ouvir. Talvez o mínimo(!) que um ser pudesse esperar de outro. Troca de palavras. Comunicação. Entendimento. Conforto. O conforto, quem sabe um dia, seja poder se fazer notar. Como são dolorosos os insultos nada construtivos, muito menos os apontamentos nada aproveitados pela falta de decência, de sentimentos, de opinião, de gostos nada compartilhados, da diferença (ou indiferença) que exala instintivamente.

   Enquanto isso, em um ato de puro desespero, em meio ao silêncio, tento esquecer o que não me faz bem, transformo tudo em palavras "jogadas ao vento", e sigo o meu silêncio. Palavras que nunca serão ditas, tampouco lidas, palavras que nunca terão a mínima ou devida importância, assuntos (quem sabe...), em retribuição à forma amarga, arrogante e pouco receptiva de chamar a atenção, em tão significante época de tanta comunicação, simplesmente.



Alb@

quinta-feira, maio 22, 2014

Gosto de você

Gosto de você.
Gosto do seu jeito.
Gosto dos seus olhos.
Gosto da sua voz.
Gosto do seu olhar perdido.
Gosto do seu olhar quando encontra o meu olhar.
Gosto do seu silêncio quando simplesmente encontra o meu silêncio.
Gosto do som da sua respiração.
Gosto do seu cheiro.
Gosto do seu beijo.
Gosto do seu sorriso malicioso.
Gosto da sua maneira à minha maneira.

E eu esqueço das coisas que me incomodam.

Gosto do modo como invade os meus pensamentos.
Gosto como você inquieta meus pensamentos.

Penso nos sonhos e nos sonhos - penso. Em você.



Alb@

quarta-feira, março 26, 2014

1 ano se passou...



Um ano se passou...
...Sinto muito a sua falta, papai.

E ainda vejo roupas, e cores, e jeitos  tão parecidos com o seu jeito, suas roupas, suas cores.


Ah, que saudade!


E o trem passa, o avião corta o céu - e eu ainda corro para ver!
Mania de criança, admirando um mundo novo, coisas que fazíamos e não dá vontade de esquecer, tampouco mudar!

Tantas coisas me fazem lembrar do meu pai...

(E ainda vou complementar. Este texto pode não ter fim.)


Alb@