Liguei o carro hoje. Novamente, as lembranças me pegaram de surpresa. Um conjunto de boas e estranhas sensações começaram a pipocar em minha mente, mostrando o que eu - realmente - não queria esquecer.
As lembranças da minha primeira partida, o dia em que liguei o carro pela primeira vez. Por uma questão um tanto necessária, no meio do nada, meu pai me ensinou a dar a partida, para que ele conferisse algo no motor. E eu, totalmente certa de que faria algo útil, irradiante por poder fazer aquilo, no auge dos meus 7 anos, segui o que me foi dito e fiz o precioso (!) funcionar rapidinho. Foi só um virar de chave. Simples. Foi somente uma partida. Mas o suficiente para me encantar.
E, consequentemente, eu já gostava de tudo aquilo. Oh, criança! Tanta praticidade imaginária para coisas incomuns... aquela menina miúda...
Momentos depois, já havia voltado à realidade, com os pés no chão e, naquela ocasião, estava pronta para partir a um destino qualquer...
Alb@
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